Rodeando as fogueiras de aldeias fantasmagóricas
Conheço seu cheiro imundo, suas imagens aleatórias
E suas falácias esbanjadoras afirmando a comunhão
Desconjuro todo bem que me fizer um mentiroso
No final do dia, do ano, da vida, não me servirá de nada
E por mais que o espanquemos, ele sempre sairá como fumaça
Vagando a eternidade do supremo saber, ah mentiroso!
Eu conheço um mentiroso atravessando a rua
Sentado na praça, na fila de um banco, tocando violão
Eu conheço tanto um mentiroso, que seria eu até um deles
Sentado na máquina, relendo antigos versos, roendo minhas unhas
Fazendo meus castelos, seria eu, eu mesmo.
(Bruno de Santana Cruz, 19/07/2013)
No final do dia, do ano, da vida, não me servirá de nada
E por mais que o espanquemos, ele sempre sairá como fumaça
Vagando a eternidade do supremo saber, ah mentiroso!
Eu conheço um mentiroso atravessando a rua
Sentado na praça, na fila de um banco, tocando violão
Eu conheço tanto um mentiroso, que seria eu até um deles
Sentado na máquina, relendo antigos versos, roendo minhas unhas
Fazendo meus castelos, seria eu, eu mesmo.
(Bruno de Santana Cruz, 19/07/2013)