Foi o que ela me disse antes de partir lá pela décima quarta vez
Acendeu seu cigarro cautelosamente
E partiu em meio a fumaça de ilusão
As lentes embasadas dos meus óculos
Identificavam suas porções de certezas
Dobrando a esquina pela última vez
Passos largos, de pressa, de quem queria voar
Peguei-me pensando mais uma vez
Sobre o quão frágil é todo esse lance de amor
Que a gente idealiza, monta, desmonta, desarma e cai da cama
É a vida começando a surgir no raiar do dia, na porta entreaberta do armário
Que eu me esqueci de fechar, da última vez que bebi.
Sobre o quão frágil é todo esse lance de amor
Que a gente idealiza, monta, desmonta, desarma e cai da cama
É a vida começando a surgir no raiar do dia, na porta entreaberta do armário
Que eu me esqueci de fechar, da última vez que bebi.
(Bruno de Santana Cruz, 12/06/2013)
Ounn *--* Que lindo Brunito :)
ResponderExcluirInspirado no amor<3
Beijo
Sim, é tudo uma idealização, uma projeção dos nossos sentidos.
ResponderExcluir"O nosso amor a gente inventa... e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu", dizia Cazuza.